A terceirização do Rh no Brasil, ainda é um Tabu?!

“É preciso que os empresários entendam que não se trata apenas de uma operação de redução de custos e sim de uma oportunidade de mão de obra especializada para focar no Core Business da empresa tornando – a preparada para o crescimento e competitividade.” –  José Carlos Rodrigues – diretor da Pay System.

A mais de uma década tem se reforçado a valorização do capital humano nas organizações. Aprimoramento nos processos seletivos, retenção de talentos, melhores benefícios, qualidade de vida, enfim…inovações que buscam garantir a satisfação dos funcionários e que tragam resultados financeiros para a empresa.

Porém, quando vemos este contexto, temos a impressão que o cuidado com o capital humano só é realizado dentro de grandes organizações…e por que isso? Por que não aplicar para as micros, pequenas e médias empresas?

No Brasil existem 6,4 milhões de estabelecimentos. Desse total, 99% são micro e pequenas empresas, e estas respondem por 52% dos empregos com carteira assinada no setor privado, e porque não fazer a gestão de pessoas?

Com essa mudança de cenário o profissional de RH tem sido cada vez mais valorizado, se tornando fundamental para a estratégia e crescimento do negócio.

Mas será que só grandes empresas podem investir em especialistas de RH??

A resposta é NÃO, isso mesmo não…há um paradigma que vem sendo quebrado no Brasil, que é a terceirização de processos de negócios, inclusive para recursos humanos. 

A Terceirização de Processos de Negócios, vem conquistando mais empresas, que se beneficiam terceirizando suas atividades de apoio. Iniciado na década de 1980, nos Estados Unidos, para as áreas administrativas e de informática, o processo chegou ao Brasil nos anos de 1990, fortalecendo-se a partir de 2000, com o surgimento de empresas especializadas em uma atividade, dando forma à terceirização no País. Estima-se que, atualmente, 40% das empresas norte-americanas utilizam a terceirização. No Brasil, menos de 5% das empresas adotaram o modelo.

Foi verificado ainda que existem no País cerca de 80 mil empresas que empregam entre 50 e 1000 colaboradores, perfil considerado ideal para a terceirização de tarefas operacionais na área de administração de pessoal.

No entanto, percebe-se que há uma grande resistência, devido a cultura para a aquisição deste serviço. Obviamente, a visão do empresário muda quando ele recebe garantias plenas de que a ética e o sigilo são duas das principais características das especializadas em terceirização.

É preciso mudar a cultura empresarial, principalmente em um cenário como o de hoje, em que eliminar custos  faz a diferença no orçamento da empresa. Trata-se de uma solução inteligente e eficaz.

Quer saber mais sobre como terceirizar seu RH, entre em contato com a gente 🙂

 

Fonte. Revista Gestão e Negócios

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